Todas nós que gostamos de cozinhar temos uma bruxa escondida dentro de nós, se a deixarmos invadir nosso ser conseguiremos fazer de um simples arroz e feijão um banquete divino.



Sejam bem vindos ao Delícias da Bruxa.



Peguem sua colher de Pau de boa viagem.



sábado, 7 de maio de 2011

QUANDO SE MANGIA UNA BELLA POLENTA

Faz algum tempo que estou doida de vontade de comer uma polenta da minha mãe, sabe aquela molinha, quentinha, com feijão (amooooo mineirisse total), então, passeando entre os corredores do mercado, um saquinho de fubá pre cozido pulou no meu carrinho gritando " faça polenta, faça polenta" comprei e fiz né??

Mas antes da receita vamos a história, afinal é bom alimentar o cerebro tb.



A polenta teve origem na região norte da Itália. Constituía a base alimentar da população e dos legionários Romanos. Era feita principalmente de aveia, mas podia ser feita de outros cereais
Pouco depois da chegada dos espanhois ao Caribe em 1492, o milho foi introduzido na Europa. Na Itália, o milho passou a ser cultivado primeiramente no norte, onde as chuvas são abundantes foi quando a polenta passou a ser feita de milho.
A polenta de milho tornou-se o principal prato nas regiões de Veneza e Friuli, onde passou a substituir o pão (feito com trigo) e o macarrão. Inicialmente restrita a essas regiões, em pouco tempo a polenta passou a dominar todos os aspectos da culinária italiana.
Sua textura varia bastante, de firme nas regiões de Veneza e Friuli a cremosa na região de Abruzzi, (onde por sinal comi uma polenta maravilhosa, se não interessante pois era servida junto com molho de carne de cavalo, tipo uma carne de panela). A polenta sempre foi feita da mesma forma: com bastante esforço e paciência, misturando a pasta de milho em caldeirões de cobre, aquecidas sob o fogo.
Pode ser servida mole, dura, grelhada ou frita. Pode ser recheada com uma infinidade de molhos ou outros ingredientes, acrescentados enquanto ela ainda está mole.
Antigamente era considerada "comida de pobres", hoje é usada em diversas casas e restaurantes, sem essa conotação.
Como diria Newton, "Não há limites para a polentice".

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